quarta-feira, 30 de novembro de 2011

FLEXÃO DE COTOVELOS COM HALTERES - FOCO: BÍCEPS BRAQUIAL

Treino na academia Super Fitness
Um dos melhores exercícios para desenvolvimento do bíceps.


video

MUSCULATURA ENVOLVIDA     

MúsculoLocalizaçãoMovimento
Bíceps BraquialFrente do BraçoFlexão do cotovelo
Supinação do antebraço
BraquialFrente do braço, abaixo do bíceps e próximo ao cotoveloEnvolvido no início da flexão (É considerado o “motor” deste movimento porque possui a melhor alavanca)
Bráquio-radialAntebraço porção lateral, próximo ao cotoveloFlexão do cotovelo
Auxiliar na supinação do antebraço
Pronador RedondoAlto da porção frontal do antebraçoAuxiliar na flexão do cotovelo

 Uso esportivo
A rosca direta com halteres é um exercício efetivo para o condicionamento dos músculos da parte frontal do braço para o uso, principalmente, em movimentos de puxar e elevar, que estão presentes nos seguintes esportes:
- Levantamento Olímpico
- Ginástica Olímpica
- Artes Marciais
- Luta Olímpica
- Futebol Americano
- Basquete
- Esportes com raquete
- Hockey no gelo
- Hockey
- Lacrosse
- Alpinismo     

Por Michael Yessis
Tradução: Prof. Benito Olmos

sábado, 26 de novembro de 2011

BRITÂNICO VICIADO DIZ BEBER 18 LATINHAS DE COCA-COLA POR DIA!


Um britânico que vive em Stockport, uma cidade na Grande Manchester, afirmou que é viciado em Coca-Cola Diet. “Mas, defina vício”, pode pedir você, caro leitor.
Aos incrédulos, digo, Darren Jones, de 38 anos, bebe 18 latinhas do refrigerante por dia! Isso equivale a 42 litros de Coca-Cola Diet goela adentro por semana, a um custo de cerca de R$ 8.700 por ano.
Jones não passa 24 horas sem dar um gole no refrigerante. Ele afirma que seu vício vem piorando tanto que ele não consegue sair de casa sem uma latinha nas mãos.
O britânico reconhece que nos últimos dez anos deve ter bebido umas 65.700 latinhas. Ele afirma não sentir qualquer problema de saúde, apesar de ser obeso.
O diretor adjunto do sistema de saúde pública de Stockport afirmou que a Coca-Cola Diet contém edulcorantes artificiais e cafeína que causam problemas no organismo se ingeridos em excesso, como é o caso de Jones.

CRITÉRIO NA COMPRA DO TÊNIS EVITA LESÕES E MELHORA DESEMPENHO


Detalhes como o sistema de amortecimento, o formato da sola e a da ponta do sapato e, principalmente, o seu tipo de pisada devem ser considerados.
 
Diário de Pernambuco
Achar o tênis ideal para garantir o melhor desempenho na atividade física e ainda corrigir problemas na pisada não é tarefa fácil. O mais grave é que a aparência do tênis é um quesito muitas vezes priorizado na hora dessa escolha, o que pode trazer sérios riscos ao praticante. Detalhes como o sistema de amortecimento, o formato da sola e a da ponta do sapato e, principalmente, o seu tipo de pisada devem ser considerados para que o resultado seja o melhor possível e as lesões nas articulações e bolhas nos pés fiquem bem longe. Cuidar bem do tênis também é fundamental para evitar que o investimento seja perdido antes da hora.

Antes de tudo, é importante conhecer o tipo de pisada de quem vai conviver com o calçado para que os reforços sejam adequados às necessidades de cada par de pés:

Pronador: é aquele que pisa para dentro, causando desgaste maior na borda interna do tênis. Os pronadores precisam de um tênis que ofereça um apoio a mais no arco do pé.

Supinador: quem tem esse tipo de pisada apoia o pé para fora durante a passada e o desgaste é maior na parte externa do tênis. Aqueles que pisam assim devem buscar um modelo com reforço extra na parte de fora do tênis.

Neutro: o corredor que apoia o pé no solo de modo uniforme. A prescrição do tênis para este tipo de corredor deve levar em conta a distribuição uniforme dos reforços do solado do calçado.

Além disso, entre os detalhes que devem ser analisados para a compra de um tênis, um bom sistema de absorção do impacto do pé com o chão deve ser o fator principal de um calçado para a atividade desejada, especialmente na corrida e na caminhada. Seja qual for a tecnologia empregada (ar ou gel, na maioria dos casos), precisa amortecer o choque desde o calcanhar até a ponta do pé. Portanto, o dispositivo anti-impacto tem de estar na sola inteira.

Um tênis adequado para corrida deve pesar entre 300 e 350 gramas cada pé, mas há modelos tecnológicos que chegam a menos de 250 gramas. Esse detalhe é importante para o atleta se deslocar com eficiência e ganhar velocidade.

A ponta deve ser levemente voltada para cima, para evitar tropeços e facilitar a dobra do pé no momento do arranque.

O modelo ideal de sola para garantir tração e estabilidade pode variar dependendo do terreno em que você vai correr. Para asfalto e pistas de terra batida, deve ter rachaduras que incrementem a aderência ao solo. O modelo para trilhas acidentadas tem que possuir solado mais rígido e com travas.

Aumente a vida útil do tênis:

* Após a atividade física, é importante colocar o tênis para arejar em um local com boa ventilação e à sombra. Evite deixá-lo ao sol: o calor resseca os materiais (especialmente espuma e borracha), acelerando o processo de desgaste.

* Caso precise eliminar odores desagradáveis, aplique um odorizador, que previne e neutraliza bactérias e fungos.

* Só lave o tênis quando for realmente necessário. Ao levá-lo para o tanque, retire o cadarço e a palmilha e use sabão neutro, escova de cerdas macias e o mínimo possível de água. Jamais deixe de molho ou utilize alvejante, que pode ressecar e reduzir bastante a vida útil do calçado.

* Para secar, passe uma toalha velha por dentro e por fora, para retirar o excesso de água, e coloque-o à sombra na horizontal, com a sola virada para baixo (nunca pendure no varal).

* Se puder ter dois pares para fazer rodízio, melhor. Deixe um descansando por pelo menos 24 horas (tempo que a borracha da sola leva para voltar ao tamanho original).

Por Éverton Oliveira


terça-feira, 22 de novembro de 2011

O CUSTO DA DEPRESSÃO

Os antidepressivos geram lucro de mais de US$ 20 bilhões para as companhias farmacêuticas; o problema é cada vez mais frequente e começa a aparecer mais cedo.
 
 

Mente e Cérebro
Em 2008, os antidepressivos foram o oitavo tipo de droga mais prescrito no mundo, gerando um lucro de mais de US$ 20 bilhões para as companhias farmacêuticas. Nos Estados Unidos, o tratamento de uma única pessoa com depressão custa, em média, US$ 5 mil anuais, e surgem 10 milhões de novos casos por ano. Se, aparentemente, há mais gastos com medicamentos que “corrigem” o desequilíbrio químico, por que a depressão é dez vezes mais frequente do que na década de 60 e começa a aparecer cada vez mais cedo?

Para o psicólogo Martin Seligman, diretor do Centro de Psicologia Positiva da Universidade da Pensilvânia, o crescente volume de prescrições de medicamentos sugere a ideia equivocada de que o transtorno tem causa fundamentalmente biológica. “É impossível que em 40 anos nossos genes e hormônios tenham mudado o suficiente para resultar em um índice de depressão dez vezes maior. O problema está associado a mudanças sociais”, analisa.

O transtorno é mais frequente em pessoas com mais de 65 anos, que corresponderão a 10% da população mundial em duas décadas, segundo a OMS. Estudos epidemiológicos têm mostrado que 20% delas apresentam sintomas depressivos. Porém, entre idosos que vivem em asilos ou internados em hospitais para tratamento clínico, o transtorno tem incidência de 80%. “É um problema de saúde pública associado às mudanças no perfil populacional de muitos países, pois o número de pessoas que passam os últimos anos de vida sem o apoio da família, muitas delas vivendo sozinhas, é proporcional ao aumento da expectativa de vida”, observa o psiquiatra Henry Brodaty, do Departamento de Psiquiatria para a Terceira Idade da Universidade de New South Wales, na Austrália. Segundo ele, para elaborar uma política de saúde pública com estratégias de prevenção são necessárias informações sobre a frequência e a distribuição dos transtornos depressivos. “Os estudos epidemiológicos sobre depressão em vários países, por exemplo, têm identificado maior incidência do transtorno depressivo maior (MDE) em mulheres com baixo nível de escolaridade e de renda, o que muda a percepção equivocada de que esta seria uma epidemia de 'nações ricas'. Identificar 'grupos de risco' pode tornar as abordagens preventivas mais eficientes, reduzindo a morbidade e o alto custo individual e social da doença”, diz.
A depressão é caracterizada por tristeza, baixa da auto-estima, pessimismo, pensamentos negativos recorrentes, desesperança e desespero. Seus sintomas são, fadiga, irritabilidade, retraimento e ideação suicida. O humor depressivo pode aparecer como uma resposta a situações reais, por meio de uma reação vivencial depressiva, quando diante de fatos desagradáveis, aborrecedores, frustrações e perdas.Trata-se, neste caso, de uma resposta a conflitos íntimos e determinados por fatores vivenciais. A depressão está associada a uma alta incapacidade e perda social. Muitos estudos apontam à possibilidade de pessoas fisicamente ativas, em qualquer idade, apresentarem uma melhor saúde mental do que sedentários. Entre as hipoteses que tentam explicar a ação dos exercícios sobre a ansiedade e depressão, uma das mais aceita é a hipótese das Endorfinas. A teoria da endorfina sugere que a atividade física desencadearia uma secreção de endorfinas capaz de provocar um estado de euforia natural, por isso, aliviando os sintomas da depressão. Essa idéia, entretanto, não tem consenso entre os pesquisadores. Alguns deles, por exemplo, preferem acreditar que o exercício físico regularia a neurotransmissão da noradrenalina e da serotonina, igualmente aliviando os sintomas da depressão. Outra hipótese seria a cognitiva. De natureza eminentemente psicológica, a hipótese cognitiva se fundamenta na melhoria da autoestima mediante a prática do exercício, sustentando que os exercícios em longos prazos ou os exercícios intensivos melhorariam a imagem de si mesmo e, conseqüentemente, a autoestima.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

ESTROGÊNIO AFETA METABOLISMO DAS MULHERES DIRETAMENTE NO CÉREBRO

Bloqueio de receptores de estrogênio aumenta o consumo de alimentos e retarda o processo de queima de gordura do metabolismo



Não é nenhum segredo que as mulheres têm uma maior tendência de ganhar peso com o passar dos anos.

Sempre se associou esse aumento na gordura corporal com o hormônio feminino estrogênio, embora os mecanismos de atuação não sejam bem claros.

Agora, cientistas rastrearam os efeitos do estrogênio no metabolismo e mostraram seus efeitos em várias partes do cérebro.

Receptores de estrogênio

O estrogênio age sobre receptores encontrados em todo o corpo, na gordura, nos ovários e nos músculos.

Mas quando se trata do papel do estrogênio sobre o metabolismo, Deborah Clegg e seus colegas da Universidade do Texas (EUA) desconfiaram dos receptores cerebrais.

Eles focaram o estudo no receptor de estrogênio alfa (ERα), que outros estudos já haviam indicado estar associado com variações no equilíbrio metabólico.

Quando a equipe "deletou" esses receptores do cérebro de camundongos, "eles se tornaram camundongos muito, muito gordos," descreve a cientista.

Os animais consumiram mais e queimaram menos gordura.

Reposição hormonal

Os pesquisadores mostraram que as camundongos fêmeas sem o receptor ERα em uma parte do cérebro ganharam peso sem qualquer aumento na ingestão de alimentos.

Por outro lado, a supressão do ER&alpha em outra parte do cérebro teve efeito contrário, com os animais comendo mais sem ganhar peso.

O objetivo dos cientistas é desenvolver terapias que possam controlar esses receptores.

As terapias de reposição hormonal estão francamente em desuso, devido aos efeitos colaterais, mas os cientistas afirmam ter esperanças de que a ação seletiva nesses receptores possa levar a terapias que não elevem os riscos de doenças do coração e câncer de mama.